sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Are Baba, cena horrível!

Vi alguns blogs elogiando a cena de agora pouco em Caminho das Índias, em que Melissa Cadore (Christiane Torlone) agride violentamente a vilã Yvone (Letícia Sabatella), eu juro que meu sonho é saber o motivo de tantos elogios. A cena foi fraca, muito fraca.

Se formos analisar a situação, é evidente que os fãs da novela e os fãs de partes da novela (já que é quase impossível admirar Caminho das Índias como um todo), é óbvio que a cena foi motivo de vibração, já que ver a Yvone apanhando de Melissa não tem preço, principalmente depois de tudo que ela vem aprontando na novela, como disse minha mãe: "Quem tinha de ter dado essa surra era a Sílvia, mesmo assim, bem feito".

Mas esquecendo que a situação e o roteiro foi ótimo, é preciso ser sincero e reconhecer que a cena foi muito mal dirigida. A começar pelos golpes malucos de artes marciais que Melissa aplicava em Yvone que mais nos lembrava uma luta livre do que uma briga de mulheres. Já no primeiro tapa ficou claro o erro da direção, a distância que Melissa estava de sua opositora tornava um tapa virando-se duma vez impossível de se acertar.

Toda a sequência de golpes que incluia golpes ensinados por Sandra Bullock em Miss Simpatia (eu só consegui lembrar disso assistindo, re-assista a cena e vai comprovar, até o pisão no pé teve) foi algo tenebroso que mais parecia uma cena de Os Mutantes. O diretor dessa cena foi absolutamente infeliz.

A atuação de Letícia Sabatella também não convenceu, suas reações foram bobocas e sua expressão facial estava seca demais e até meio gélida para a situação. Somente se salvou a excelente atuação de Christiane Torlone que soube dar a entonação correta para as frases, deixando o tom de cinismo no ar.

Nada que se compare a surra que Maria Clara (Malu Mader) deu em Laura (Cláudia Abreu) em Celebridade, inaugurando as seqüências de surras das mocinhas em vilãs.

Vejam os dois vídeos e compare as brigas:

Caminho das Índias


Celebridade

Qual é o seu Talento? Um acerto!


Começou nesta semana mais um programa de calouros no SBT, dessa vez baseado no fenômeno de audiência inglesa que deu fama a Suzan Boyle, Qual é o seu talento? vem embalada pelo hit Suzan Boyle e o SBT pegou a esteira para tentar alavancar a audiência do programa.

Com os jurados que já conhecemos desde os tempos de Ídolos, passando pelo bizarro, porém divertidíssimo Astros, os 04 jurados são um show a parte e dão cor ao programa com seus comentários sensacionais e divertidos, além do carisma incrível que todos os 04 têm. Eu pessoalmente gosto muito mais da Cyz e do Miranda do que dos outros, mas é somente uma questão de gosto pessoal, pois é nítido que há um ótimo entrosamento entre os 04 e por isso tudo funciona direitinho.

O formato do programa é bem parecido com o Show de Calouros, já que não é necessário apenas cantar, mas o participante pode mostrar qualquer talento que tenha e, essa peculiaridade permite com que apareça as pessoas mais criativas e bizarras da televisão, ou seja, prato cheio para nossa diversão.

Outro ponto alto do programa é o apresentador, o ex-MTV André e que vem dando conta do recado, ao menos nesse início. André foi um dos pontos altos da noite com uma apresentação segura, bem humorada e com muito carisma diante da câmera, o que certamente fez com que o público mantivesse sintonizada a TV no SBT.

Infelizmente o erro da emissora foi na escolha do horário, as 8 da noite. O programa deveria ser exibido nas quintas-feiras as 22:30, no lugar de A Praça é Nossa que devia voltar para a faixa das 8. Após o encerramento de A Fazenda nas próximas semanas o SBT facilmente teria o público cativado pelo programa e disputaria a audiência com o ótimo No Limite.

Escondido as 8 da noite a audiência vai sempre girar entre os 8 e 11 pontos, quando há potencial de audiência para ao menos 14 de média, devido a qualidade do programa. Bastava o SBT colocar no dia e horário certos e fazer uma grande campanha de lançamento. Ainda assim, acredito que neste horário Qual é o seu Talento pode roubar a segunda posição da Record.

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Amanhã sai a Lita com os 10 Melhores Filmes da História. Não deixe de ler.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

O Retorno de Casagrande


Há um tempo atrás o ex-jogador e comentarista da Rede Globo de Televisão Walter Casagrande Júnior teve seu retorno a TV organizado pela equipe da Rede Globo, após seu envolvimento com drogas e afastamento temporáreo para tratamento e internação em um clínica.

O retorno do astro aconteceu há alguns meses primeiramente nos canais SPORTV - pertencente as Organizações Globo - participando quase que diariamente do ótimo programa Arena, com Cléber Machado. Na época eu fui uma das pessoas que comemorou o retorno dele, pois o considero de longe, o melhor comentarista esportivo do Brasil.

Ontem, para minha surpresa, quando coloquei na Globo para acompanhar mais uma rodada do campeonato brasileiro fui surpreendido ao perceber que Casagrande era um dos comentaristas escalados para a partida entre Náutico e Corinthians, e foi uma surpresa muito agradável para um fã confesso.

Eu não tenho nada contra Caio Ribeiro, o comentarista contratado pela emissora para substituir Casagrande, mas ele não passa força em sua opinião como Casão sempre fez, dá a impressão exagerada de bom moço e acaba deixando suas opiniões um tanto quanto sem sal.

Ontem, na primeira partida de Casagrande, a transmissão da Globo já foi completamente diferente. Não foram poucas as vezes em que o telespectador se divertiu com os comentários dele, como quando ele falou sobre o jogador Petkovic, do Flamengo: "Ele é um grande jogador, dribla muito, mas minha preocupação é quando ele põe a mão no quadril. Ele põe a mão no quadril o mesmo tanto que joga bem", falando sobre a falta de mobilidade do jogador. Impagável.

A transmissão esportiva ontem acabou sendo muito mais leve, divertida e com comentários inteligentes. E a presença de Casagrande contribuiu, inclusive, para que Caio ficasse mais solto, participasse mais da transmissão sem aquele gesso que ele parece ter.

Muito bom assistir jogos com os comentários de Casagrande. Boa sorte a ele.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

True Blood: Que temporada!


Não foram muitos os episódios da segunda temporada de True Blood exibidos até o momento, mas pelo que se viu já é possível fazer uma afirmação sem o menor medo de errar: True Blood é a melhor série americana em 2009.

A primeira temporada já havia sido excelente, com muitos elementos de qualidade para fazer uma grande série, mas esta segunda temporada está acima do esperado - e olha que a expectativa era muito alta - cada episódio que assisto fico mais surpreendido pela criatividade dos roteiristas e pelas novidades apresentadas semanalmente, haja roteiro para se conseguir isso.

E não são novidades malucas, como vemos em algumas séries como "Heroes", são elementos interessantes, histórias muito bem construídas e amarradas e que acabam prendendo a atenção do telespectador de uma forma única. Qualquer pessoa que assiste essa série tem a mesma impressão de que o tempo de episódio passa voando porque ficamos presos, hipnotizados pela sucessão incrível de acontecimentos.

Raras foram as vezes em que assisti uma série cujo episódio tenha tido tantas revelações bombásticas como o da última semana de True Blood. O mais interessante é que em séries assim, normalmente nós esperamos algum tipo de revelação que, mesmo bombástica, ao menos está sendo esperada, como é o caso de "Lost", mas em True Blood não, surge uma revelação quando ninguém espera e ela cabe perfeitamente ao eixo dos acontecimentos.

Esse ano tem sido de boas séries, sem dúvidas, tivemos ótimas temporadas em Lost, em 24 Horas, em Damages, e uma primeira temporada que tem sido interessante em The Mental, mesmo assim, nenhuma dessas se comparam em qualidade ao texto, elenco, atuação, fotografia, enfim, tudo, em True Blood. Recomendo.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

O que pensava Thiago Santiago?



Não vi inteira, mas me dispus a assistir ontem alguns trechos do tão aguardado último capítulo de Promessas de Amor - aguardado porque ninguém suportava mais a história dos Mutantes - e confesso que fiquei mais do que impressionado, fiquei completamente chocado com o que vi.

Como um fã assumido de programas de TV e mais fã ainda de teledramaturgia, seja série, minissérie ou novela, isso quer dizer que faz muitos anos que assisto esse tipo de programação na TV brasileira e após assistir o capítulo de ontem de Promessas de Amor, não tenho mais dúvidas em minha conclusão: essa novela foi a coisa mais bizarra que já foi vista na história da TV aberta brasileira.

Ao longo dos quase dois anos em que Thiago Santiago nos fez engolir goela abaixo sua trama amalucada e seus humanos mudados geneticamente eu confesso que assisti alguns trechos e todas as vezes tive a mesma impressão de algo muito ruim. Como não acompanhei nenhuma das tramas, sempre ficava com a impressão que o erro era na insistência em transformar uma trama claramente voltada para o formato de séries em uma novela, ficando longe de funcionar, mas não foi isso, não mesmo.

Quem viu o capítulo de ontem, assistiu situações bizarras e grotescas. Cenas ridículas que certamente os atores e atrizes se sentiram constrangidos em terem de encenar. O texto principalmente era muito fraco. Frases batidas e politicamente corretas pelos mutantes do lado bom e frases horripilantes pelos inimigos, bem ao estilo desenho animado para criança de 3 anos. Eu não sei exatamente quem é quem na novela, mas a cena em que Gorete Milagres e seu marido na novela duelam com uma dupla de vilões e os vencem é de dar vergonha alheia. Ela invocando os poderes dos astros e estrelas enquanto seu oponente dizia: "Toda estrela tem sua luz apagada um dia" e ela "E todo vilão encontra seu fim". Veja você o tipo de texto.

Não sei se a novela foi toda assim ou se piorou nesses últimos dias, já que Thiago passou a ser boicotado na Record depois de anunciar sua mudança para o SBT, eu particularmente duvido porque acredito que quando ele assinou o contrato com a nova emissora já havia acabado de escrever, o que só comprova o quanto ele errou a mão nesse trabalho.

Mutantes é de longe a pior novela da história da TV brasileira e não é porque foi feita fora da Globo - algumas pessoas acham que eu afirmo isso porque somente gosto de novelas globais, o que é mentira - mas o texto não pode nem sequer ser chamado de roteiro, mas um amontoado de palavras. A atuação beira o ridículo, mas com um texto desses não há profissional no mundo que consiga se sentir motivado para fazer algo no mínimo aceitável.

Enfim, chegou ao fim a novela mais bizarra e horrível da TV. Graças ao bom Deus.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

10 Coisas de Domingo

1 - O Esporte Fantástico, apesar de ser descaradamente uma cópia do Esporte Espetacular, é um programa redondinho e se a Record investir e parar de fazer ele dançar na grade de domingo, logo vai ter audiência satisfatória.

2 - Celso Portiolli tem feito bonito, tanto em audiência, quanto em apresentação do Domingo Legal. E já que ele tem conseguido bons números, a emissora podia deixar o apresentador palpitar nos quadros do programa porque ninguém suporta mais os mesmos quadros todos os domingos. Cadê a inovação e a criatividade?

3 - Ana Hickman tem um carisma gigante. Além de ser incrivelmente simpática, a loira conseguiu segurar o rojão entregue a ela pela Record quando Eliana decidiu mudar de emissora. No Comando do Tudo é Possível, Ana tem esbanjado simpatia e feito do programa uma atração interessante, creio que a audiência ainda está abaixo porque existem as chamadas "viúvas" de Eliana, mas logo logo ela se estabiliza.

4 - Após muitos domingos sendo, no mínimo interessante, o Domingão do Faustão voltou a velha tônica de ser muito chato. O apresentador parecia com má vontade em ter de estar ali, além do que aparentemente os convidados não funcionaram como deveriam e o resultado foi um programa monótono, sem graça e cansativo, o que levou a audiência a procurar outros caminhos.

5 - O Programa Sílvio Santos tem sido a melhor atração de domingo, disparado. O mais interessante é que são quadros antigos, de dez, quinze anos atrás, claro que com situações inéditas, mas o formato é o mesmo que o comunicador fazia em seus programas dominicais da década de 90. O diferencial que não permite deixar isso cansativo é justamente Sílvio Santos, mais inspirado do que nunca e nos faz rir em vários momentos. Eu indico.

6 - Domingo Espetacular da Record foi chato, chatérrimo pra dizer a verdade. A única reportagem interessante foi a do vulcão "Vesúvio" feita por Paulo Henrique Amorin, as outras matérias eram tão chatas que ficou impossível segurar o telespectador, está faltando conteúdo jornalístico bom e também reportagens de entretenimento mais interessantes.

7 - Com a bomba de que Roberto Cabrini está trocando a Record pelo SBT, o Repórter Record teve um apresentador substituto, coisas que só a Record mesmo faz. Ainda assim, a emissora utilizou uma reportagem de Cabrini que entrevistou Joe Jackson, o pai de Michael Jackson. Tinha tudo pra bombar na audiência e ser um ótimo programa, mas Cabrini pecou nas perguntas e a Record pecou na edição, resultado, programa chato e sem novidades referentes ao caso.

8 - O Fantástico parece que se encontrou, claro que ainda falta melhorar na audiência que continua patinando, mas o programa dá mostras de novo fôlego com tantos quadros novos. A Liga das Mulheres é super bacana e gostoso de se assistir, além do que, os apresentadores estão cada vez mais sintonizados.

9 - A Fazenda foi, como sempre, interessante, mas já está começando a ficar chato ver a Danni e o Dado todos os domingo na Roça, o que os tornam favoritos para ganhar o prêmio de 1 milhão de reais. E falando em A Fazenda, novamente a Record desrespeita o telespectador ao esticar o programa em quase uma hora só pra disputar o tempo todo com No Limite. Acho que está na hora dos telespectadores seguirem os profissionais que eram da emissora e migrarem para o SBT.

10 - No Limite continua ótimo. A edição ágil de Boninho deixa o programa muito interessante de se ver. O tempo passa tão rápido que o telespectador sequer percebe. As duas provas de ontem foram legais, mas a prova da imunidade foi divertidíssima, claro que ia machucar alguém tamanha a violência da disputa, mas que foi divertido pra quem assistiu, ah foi.

sábado, 1 de agosto de 2009

Os Piores Desenhos de Todos os Tempos

Continuando nossa lista de Melhores e Piores, nesta semana é a vez de postarmos a lista dos 10 Piores Desenhos Animados de Todos os Tempos. A Lista foi feita com a opinião de 10 pessoas - minha e mais 9 amigos que se dispuseram a participar - e este foi o resultado.

10 – Pucca – 2006



Pucca é uma série de animação produzida em flash pelo Estúdio Vooz da Coréia do Sul, e posteriormente mostrado no Ocidente em associação com a marca Jetix (marca da Disney anteriormente conhecida como Fox Kids e hoje chamada de Disney XD). Pucca é uma garota super forte que gosta de Garu, que não se sabe se gosta dela, já que sempre foge da garota. O pai de Pucca e os tios dela trabalham no restaurante Hiu-Shu (pronuncia-se Rio-Xu). Existem vários vilões como Tobi, e também "heróis", como o Papai Noel.
A personagem principal é Pucca e fica sobre proteção dos três proprietários de um restaurante chinês de noodles. Pucca está apaixonada por um ninja cujo nome é Garu, que tenta desesperadamente evitar os avanços de Pucca. Embora o enredo das histórias sugira que Pucca e Garu namoram, parece que as manifestações amorosas de Pucca são demasiadas para o gosto de Garu, que tenta evitar toda esta afeição “desnecessária” a todo custo, mas frequentemente falha. Pucca tem feito relativo sucesso na TV Mundial, mas por não apresentar nada de instrutivo e ser um entretenimento considerado cansativo, ela aparece em 10º lugar da lista.

9 – Digimon – 2003



Digimon é a abreviatura de Monstros Digitais, os quais são, segundo a história, seres que residem no Mundo Digital (Digital World), um mundo paralelo que é em grande parte uma manifestação do ciberespaço da Internet. Digimon é o nome de uma franquia que possui séries de animes e jogos eletrônicos.
As histórias proferem sobre um grupo de crianças admitidas como os "Digi Escolhidos", que acompanham digimons especiais nascidos para proteger o seu mundo (e o nosso) de distintas potências do mal, tanto digitais como humanas. Para ajudá-los a superar os empecilhos mais variados de ambos os mundos, os digimons possuem uma habilidade especial titulada shinka (evolução). Esta agilidade consiste numa evolução momentânea, modificando a aparência e os poderes do Digimon. O conjunto de crianças que entra em contato com o Mundo Digital muda de seqüência para seqüência. Até 2007 foram geradas cinco temporadas e sendo que uma sexta está prevista pra ser lançada em 2010: as duas primeiras (Digimon Adventure e Digimon Adventure Zero Two) - que estabelecem um único enredo - e as três seguintes (Digimon Tamers, Digimon Frontier e Digimon Savers) que têm narrativas não relacionadas entre si. A terceira série faz referência às empresas comerciais e televisivas das duas primeiras.
Muitas pessoas consideraram Digimon uma cópia de Pokemon, mas ainda assim a série foi um sucesso no mundo todo e continua a conquistar inúmeras crianças, mesmo assim, pelo roteiro fraco e, principalmente, pela violência exacerbada a série ocupa o 9º lugar da lista.

8 – Hamtaro – 2000



Hamtaro é um anime de sucesso no Japão entre outros países.
Conta as aventuras de pequenos hamsters que saem de suas gaiolas para se reunir com seus amigos ou ajudar os seus donos.
A venda de hamsters no Japão duplicou por causa deste anime. O personagem principal é um hamster de nome Hamtaro (o tema do anime), que mora com sua dona Laura.
Quando estão em perigo eles costumam usar o "poder Ham Ham", que na verdade é apenas uma iniciativa dada por um hamster a todos os outros para fazer a mesma coisa, ex. Se um pula alto, os outros também e assim vai.
O melhor amigo de Hamtaro, além de sua dona, é sem dúvida o Fofuxo, que por coincidência é o hamster da melhor amiga de Laura, dona de Hamtaro.
A Turma do clubinho: Hamtaro, Bijou, Fofuxo, Chefe, Pachimina, Penélope, Jojô, João, Aurélio, Panda, Soninho, Tureco, Mauricinho, Touquinha e Jingle.
Mesmo fazendo muito sucesso no Japão e em alguns países, no Brasil o desenho nunca emplacou saindo do ar sempre e voltando, dançando pelas grades infantis. Por isso, Hamtaro aparece em 8º lugar.

7 – Dragon Ball GT – 1996



Dragon Ball GT é a seqüência das séries de mangá e anime Dragon Ball de Akira Toriyama, apesar disso, não é adaptação de nenhuma série de mangá, sendo original para TV. Tem 64 episódios, que foram transmitidos originalmente entre 1996 e 1997. O GT do título foi adaptado pela distribuidora norte americana FUNimation como "Grand Tour", mas também é interpretado como Galaxy Touring, Great Touring, ou Gran Turismo, visto que a anime foi originalmente pensado como uma viagem pelo universo.
Os episódios iniciais têm mais do humor de Dragon Ball do que da ação de Dragon Ball Z. Akira Toriyama não fez parte da equipe de roteiristas. Após isso, foi anunciado que não haveria mais nenhuma série de animação ou mangá relacionada a Dragon Ball.
Os fãs da franquia consideraram Dragon Ball GT um erro, visto que foi uma mistura do original com a continuação (Dragon Ball Z) e, segundo os críticos, muito infeliz. Por conta disso, Dragon Ball GT aparece em 7º lugar da nossa lista.

6 – Naruto – 2002



Naruto é uma série de mangá criada por Masashi Kishimoto e serializada na revista semanal Shonen Jump desde 1999. Recebeu uma adaptação para anime em 2002 produzida pelo Studio Pierrot e exibida pela TV Tokyo, seguida de Naruto: Shippuuden (Lendas do Tufão de Vento) em Fevereiro de 2007, correspondente à segunda parte do mangá.
No Brasil, a série começou a ser exibida em 1 de Janeiro de 2008 no canal pago Cartoon Network, em uma edição feita pela licenciadora norte-americana VIZ Media. Na TV aberta, a série passou a ser exibida pelo SBT - em uma terceira edição - em 3 de Julho de 2008. Os DVDs são lançados pela PlayArte com ambas as versões - original sem cortes com legendas, e dubladas em um mesmo disco. O mangá é publicado pela Panini Comics.
Naruto faz um sucesso estrondoso no Brasil conquistando uma legião impressionante de fãs, mesmo antes da exibição no país, quando fãs baixavam os episódios que estavam no ar nos EUA e juntos legendavam, num processo semelhante aos fãs de séries de sucesso como Lost e outras. Mesmo assim, por conter cenas de violência, direção considerada fraca e principalmente uma animação sem graça, ele aparece em 6º lugar.

5 – Três Espiãs Demais – 2002



Três Espiãs Demais é uma série de desenho animado produzido pelo estúdio francês Marathon Production (a mesma de Martin Mystery e Team Galaxy). A produção se iniciou em 2001 com quatro temporadas e uma quinta e última ainda sendo exibida na Europa, Canadá e no Brasil. Há um filme de 90 minutos que será exibido em 2D em 2009, 2010, com tratos já fechados com as distribuidoras Les Films de l'Elysée na Benelux, a SPI na Europa Ocidental, Dream World na Suíça, Rialto na Austrália, GUSSI no México, enquanto as negociações estão em seu processo final, no Brasil, na Alemanha, no Reino Unido, na Colômbia, na Grécia e na Espanha. Cada temporada possui 26 episódios, somando dá mais de 130 episódios. O estilo visual dos personagens tenta imitar as séries de animação japonesa, sendo considerado um Pseudo-anime. No Brasil, a série foi inicialmente exibida no extinto canal Fox Kids, continuando no Jetix. Também é constantemente exibido na TV aberta pela Rede Globo.
Algumas pessoas consideram que o enredo é baseado na famosa série da década de 70 As Panteras, mas isso não é verdade, visto que as três espiãs são adolescentes que trabalham para o serviço secreto, tudo muito diferente.
O que mais chama a atenção no desenho são as situações bizarras e sem noção que as três amigas enfrentam e sempre conseguem se sair bem, mesmo sem qualquer explicação, por isso Três Espiãs Demais é a 5ª colocada na lista dos piores desenhos.

4 – Meu Amigo da Escola é um Macaco – 2005



Meu Amigo da Escola é um Macaco é uma série de desenho animado estadunidense exibida pelo Cartoon Network que estreou no Brasil em 31 de Março de 2006.
A série conta a história sobre um menino de 12 anos chamado Adão Leão (Adam Lyon), um humano, estava sendo transferido para uma escola normal. Mas, por causa de um erro na digitação, seu Lyon foi digitado como "Lion" que seria "leão", por isso ele foi transferido para a escola de animais, Escola Charles Darwin. Lá Adão conhece vários animais como seu melhor amigo Jake Macaco-Aranha.
A escola Charles Darwin, é uma escola onde estudam apenas animais de Zoológico, lá Adão conhece vários animais como seu melhor amigo Jake Macaco-Aranha,juntos eles aprontam as maiores confusões e sempre irritam o diretor Sapão e os outros professores.
O desenho não ficou muito tempo no ar na TV Aberta brasileira, visto que micou no quesito audiência e nunca chamou a atenção das crianças. Até mesmo na TV Fechada não faz muito sucesso e pouco se fala. A maioria das crianças, inclusive não conhece o desenho e por isso Meu Amigo da Escola é um Macaco aparece em 4º lugar da nossa lista.

3 - Yu-gi-oh – 1998



Produzido pela Toei Animation, é um anime de 27 episódios baseado nos volumes de 1 a 7 do mangá original Yu-Gi-Oh! , que não focaliza muito no Magic & Wizards. Não está conectado com Yu-Gi-Oh! Duel Monsters, mas é referido freqëntemente como a "primeira série" para distinguir da série seguinte. A Primeira fase retrata mais o lado sofrido de Yugi, onde não tem amigos e leva uma vida bastante monótona e solitária até encontrar e concluir o Enigma do Millennnio (Seenem Puzzle). Exibido pela primeira vez pela TV Asahi no dia 4 de Abril de 1998.
Mas o anime conhecido realmente pelos países do Ocidente é Conhecido simplesmente como "Yu-Gi-Oh!", Yu-Gi-Oh! Duel Monsters , é a série que introduziu Yu-Gi-Oh! para o Ocidente. Produzido pela Nihon Ad Systems, foi exibido pela primeira vez na TV Tokyo no dia 8 de Abril de 2000, e depois traduzido para mais de 20 idiomas e exibido em mais de 60 países. Baseado principalmente no mangá original Yu-Gi-Oh!, a partir do volume 8, a série terminou com 224 episódios.
Yu-gi-oh fez relativo sucesso entre as crianças brasileiras, principalmente no início da década de 2000, principalmente por mostrar uma história um pouco diferente dos tradicionais animes e mangas, inclusive apresentando muito drama para animes dessa faixa etária.
Mesmo sendo considerado inovador, Yu-gi-oh logo tornou-se enjoativo saindo da cabeça de todos os fãs, principalmente porque muitos episódios são repetitivos e a história não se desenrola com a rapidez necessária, mesmo assim existem inúmeras franquias. Por tudo isso colocamos o desenho em 3º lugar da Lista.

2 - Hi hi Puffy Ami Yumi – 2004



Hi Hi Puffy AmiYumi é um desenho animado exibido pelo Cartoon Network que baseia-se na vida real da dupla de rock japonês Puffy AmiYumi.
No Brasil, foi exibido no programa Bom Dia e Cia, no SBT, estreando no dia 1º de abril de 2006.
O desenho narra o cotidiano das duas cantoras em situações muito divertidas, o empresário pão-duro Kaz, e os dois gatos das cantoras, Jang Keng e Tekirai (que não se dão nada bem com Kaz)
Ami e Yumi vivem em situações como perseguições por fãs compulsivos, sátiras a outros desenhos, (Stu-pi-Doh = Yu-gi-Oh), cenários do faroeste, ninjas, algumas histórias de "terror", e algumas de amor.
As personagens possuem personalidades muito opostas, onde Ami é mais calma e feliz, Yumi é do tipo "dark" e agitada.
Hi Hi Puffy Ami Yumi também apresenta algumas cenas em que as próprias cantoras aparecem fazendo diversas travessuras, pegando as câmeras e correndo pelo set de filmagem, ou ensinando a respeito da cultura japonesa. (ou então, como aconteceu em um episódio, ensinaram a dançar para-para.)
É quase impossível você localizar um adolescente ou criança brasileira que tenha gostado desse desenho considerado por praticamente todos como algo desnecessário é fraco. Com tantas opiniões negativas, Hi Hi Puffy Ami Yumi ficou em 2º lugar na Lista.

1 – Pokemon – 1999



Pokemon é uma franquia japonesa mundialmente conhecida que engloba uma variada gama de produtos. Dividida em várias mídias, foi iniciada com o jogo eletrônico Pokemon Red & Green, para o vídeo game portátil Game Boy, em Fevereiro de 1996. Pokemon é a criação do programador japonês Satoshi Tajiri e seu amigo, o desenhista e designer Ken Sugimori. Após seus primeiros jogos, vários outros foram produzidos, num total de 27, e a série se expandiu para vários mangás, um jogo de cartas oficial, um anime, hoje em sua 12ª temporada, e 11 filmes já lançados, além de um 12º em produção. Pokemon tornou-se um marco na cultura pop dos anos 90[1] e a venda de seus jogos ultrapassou 180 milhões de unidades em todo o mundo,[2] o que levou a série a ser a segunda mais vendida da Nintendo [3][4][5] e também de todo o mundo,[6] ambas as vezes atrás apenas de os jogos da série Mario Bros.
O anime é, depois dos jogos, a segunda mídia mais importante de Pokemon e foi criado com o intuito de aumentar o valor da série. A Nintendo aproveitou a receptividade dos primeiros jogos junto às crianças para investir na produção de uma série de desenhos animados. Através da televisão, crianças que não possuíam Game Boys entraram em contato com Pokemon, expandindo ainda mais a área de influência da marca. Nos Estados Unidos, a boa receptividade dos primeiros jogos motivou a dublagem e lançamento do desenho em 1999. Pokemon tornou-se popular primeiramente com o lançamento da série de desenhos pelos canais Record e Cartoon Network no Brasil.
O anime conta a história do garoto Ash Ketchum,[27] um garoto decidido a tornar-se o maior Mestre Pokemon de todos os tempos sendo reconhecido no mundo todo. Para poder iniciar sua jornada, acaba ganhando um Pikachu que odeia ficar dentro de Pokébolas e por isso segue viagem no ombro de seu treinador. Em sua jornada, Ash conhece duas pessoas que o acompanham: uma delas é Misty, uma garota que teve sua bicicleta destruída por Pikachu e passa a viajar com Ash para fazê-lo pagar por ela, e Brock, ex-líder de ginásio e um criador de Pokemon, que flerta com todas as mulheres. Ash e seus amigos sempre são perseguidos pela Equipe Rocket, formada por Jessie, James e Meowth, que a toda hora tentam derrotar e capturar Pikachu, sempre falhando.
O sucesso desse anime no Brasil foi considerado impressionante no início da década de 2000, quando era transmitido pelo programa da Eliana na Rede Record. Ainda hoje muito se fala desse desenho, o filme foi um sucesso monstruoso, mas mesmo assim os críticos não poupam o desenho por conter cenas de violência explícita, animação muito mal feita e, principalmente porque os personagens quase nunca tinham nada para contar. Pokemon foi considerado pelo blog como o pior desenho de todos os tempos.

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