quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Comparativo de Audiência - 19 Horas - média parcial

Média-parcial diária de novelas das 19 Horas até o capítulo 100

Cheias de Charme: 30,82
Aquele Beijo: 25,19
Morde e Assopra: 28,12
Tititi: 28,76
Tempos Modernos: 23,01
Caras e Bocas: 29,64
Três Irmãs: 25,26
Beleza Pura: 28,10
Sete Pecados: 30,22
Pé na Jaca: 29,76
Cobras e Lagartos: 35,74
Bang Bang: 27,83
A Lua me Disse: 32,03
Começar de Novo: 33,76
Da cor do Pecado: 41,37
Kubanakan: 36,87
O Beijo do Vampiro: 28,32
Desejos de Mulher: 31,28

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Comparativo de Audiência - 18 Horas - média parcial

Média-parcial diária de novelas das 18 Horas até o capítulo 130

Amor Eterno Amor: 23,27
A Vida da Gente: 21,73
Cordel Encantado: 25,78
Araguaia: 22,29
Escrito nas Estrelas: 25,55
Cama de Gato: 23,68
Paraíso: 25,07
Negócio da China: 20,39
Ciranda de Pedra: 22,01
Desejo Proibido: 22,86
Eterna Magia: 25,84
O Profeta: 32,09
Sinhá Moça: 33,43
Alma Gêmea: 36,89
Como uma Onda: 26,02
Cabocla: 33,42
Chocolate com Pimenta: 34,07
Agora é que são Elas: 28,06
Sabor da Paixão: 23,99

Record passa longe de de medalha de ouro Olimpíca

Pela primeira vez na História da TV brasileira, desde que se tornou a principal emissora do país, a Rede Globo foi mera espectadora de uma transmissão esportiva do maior evento do Planeta. Os Jogos Olímpicos de Londres aconteceram nas duas últimas semanas e a população brasileira acompanhou as transmissões pela Rede Record, única detentora dos direitos de exibição para a TV aberta no país.

Mais do que simplesmente analisar essa mudança histórica de mãos no poder da transmissão de um evento deste porte, a análise que se faz necessária diz respeito ao resultado desta mudança. Com todo o investimento financeiro que a emissora da Barra Funda realizou ao comprar os direitos de transmissão dos Jogos conseguiria ela provar ser capaz de manter o nível de excelência em cobertura como a população brasileira estava acostumada a ver na concorrente, uma das melhores do Planeta?

Duas semanas depois ficou evidente que não. A começar pela preparação. Os números pífios de audiência conquistados pelos Jogos Olímpicos 2012 - ficando em terceiro lugar boa parte do tempo - são apenas reflexo da incapacidade da Record em produzir no público o espírito olímpico. Divulgar o evento de forma lacônica como ocorreu durante todo o ano, frisando a exclusividade e a importância da própria emissora, sem envolver o público na aura do patriotismo provou-se um erro primário. O resultado foi a total falta de interesse do público pelo evento em si.

Independente dos números, é preciso reconhecer que houve um avanço da emissora na cobertura em si. Seus narradores e comentaristas erraram muito menos, assim como toda a equipe técnica, do que se viu na transmissão dos Jogos Pan Americanos, sinal de que o investimento na área começa a dar resultados. Com mais segurança e propriedade ao se falar, os envolvidos na transmissão conseguiram não se atrapalharem, embora também estivessem longe de passar qualquer tipo de carisma.

A cobertura da Rede Record não foi recheada de equívocos como muitos pensaram que pudessem acontecer, porém, ficou longe da excelência de que o brasileiro se acostumou. O avanço em relação a eventos anteriores precisa ser salientada, porém, é preciso lembrar também que a emissora teve nas mãos com exclusividade - provavelmente pela última vez - o maior evento esportivo do mundo e, apresentar apenas avanço não é suficiente. 

A bem da verdade é que, em comparação com a cobertura histórica realizada pela Rede Globo em outros anos ou pela própria Band e, ao comparar com a transmissão 2012 dos canais de TV Fechada, a Rede Record ficou bem longe de merecer uma medalha de ouro pelo evento. Apesar de dedicar um espaço muito maior ao evento em sua programação, faltou criatividade na cobertura e, principalmente, carisma junto ao telespectador que, certamente, não se envolveu como os Jogos Olímpicos merecem. Uma pena.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Phantasmagoria acerta a mão ao apostar em entretenimento

O Fantástico é a principal Revista Eletrônica da TV brasileira. Com um misto de jornalismo e entretenimento o show é um dos mais longevos da nossa televisão e, a cada novo ciclo, parece conseguir se renovar para manter-se no ar. Por mais que haja momentos delicados em que o conteúdo parece perdido, nota-se que são apenas períodos de transição em que é necessário arriscar para procurar um novo caminho. 

O novo quadro do programa que estreou no último domingo é exatamente isso. Anunciado com alarde por praticamente um mês, Phantasmagoria parecia ser um dos poucos quadros da história recente da TV brasileira a tratar com sobriedade um tema controverso: a existência dos fantasmas. Todas as chamadas levavam o público a crer que seria um trabalho jornalisticamente denso e aprofundado, tanto que utilizaram o mais "jornalista" do trio de apresentadores, Tadeu Smith, que sempre parece mais distante do entretenimento.

Errou quem imaginou isso. Desde o primeiro momento o quadro mostrou ser absolutamente de entretenimento e sem nenhuma pretensão jornalística de apresentar uma investigação precisa, seja qual for o ângulo, sobre a existência ou não de fantasmas. A proposta, na verdade, é a de produzir uma espécie de Reality Show trash em que é permitido brincar e se divertir com os medos humanos, explorando o antagonismo que seres de outra dimensão provocam na mente humana.

Ao seguir a trilha do entretenimento, o quadro poderia se perder e tornar-se absolutamente dispensável. Não foi o que houve. A escolha pelo caminho mostrou-se acertada graças a um roteiro muito bem planejado e uma edição quase impecável. O primeiro episódio, numa mansão com aura de assombrada, com a presença de três pessoas reais passando a noite neste local tendo que cumprir provas bizarras, como ficar no escuro chamando pela presença fantasmagórica de algum ser outra dimensão, acertou o tom e conseguiu divertir.

Quem sentou-se para assistir Phantasmagoria na expectativa de uma produção séria, provavelmente,  ficou estupefato diante da criatividade de produção. O show de entretenimento acertou também ao não produzir fantasmas de ficção e manter-se atento apenas às reações humanas. Um verdadeiro Reality Show de Horrores que deu o que falar. Os próximos episódios prometem.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Comparativo de Audiência - 21 Horas - média parcial

Média-parcial diária de novelas das 21 Horas até o capítulo 110 


Avenida Brasil: 37,95
Fina Estampa: 38,65
Insensato Coração: 33,23
Passione: 32,87
Viver a Vida: 34,59
Caminho das Índias: 35,74
A Favorita: 37,47
Duas Caras: 38,82
Paraíso Tropical: 41,00
Páginas da Vida: 48,45
Belíssima: 45,94
América: 45,54
Senhora do Destino: 47,38
Celebridade: 42,80
Mulheres Apaixonadas: 43,34
Esperança: 39,00

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Comparativo de Audiência - 19 Horas - média parcial

Média-parcial diária de novelas das 19 Horas até o capítulo 90


Cheias de Charme: 30,79
Aquele Beijo: 25,51
Morde e Assopra: 27,81
Tititi: 28,81
Tempos Modernos: 21,81
Caras e Bocas: 29,12
Três Irmãs: 26,47
Beleza Pura: 27,98
Sete Pecados: 30,38
Pé na Jaca: 30,03
Cobras e Lagartos: 35,20
Bang Bang: 27,90
A Lua me disse: 31,74
Começar de Novo: 33,73
Da Cor do Pecado: 41,09
Kubanakan: 36,96
O Beijo do Vampiro: 28,54
Desejos de Mulher: 30,69

sexta-feira, 27 de julho de 2012

A sensível melhora do Encontro

Com pouco mais de um mês no ar, fica claro que o Encontro com Fátima Bernardes já sofreu alguns pequenos ajustes de toda espécie. Muito menos por conta da audiência e certamente por conta da sensibilidade dos envolvidos no projeto em perceberem os equívocos - naturais para um projeto novo - e trabalhando para revertê-los em acertos.

Após uma estreia inundada de erros, a produção foi se encorpando ao longo destes mais de 20 programas exibidos e tudo melhorou sensivelmente. A começar pelo entendimento de quem produz o roteiro de que o show é todo centrado na apresentadora. O grande mal que se notou nos primeiros dias era que não seria necessário uma Fátima Bernardes para a estrutura caminhar. Agora, não se nota isso, ao contrário, a produção toda gira em volta da jornalista que tem o pleno controle de cada passo ali. Não são as atrações ou o tema as estrelas: Fátima é a estrela.

E a jornalista transformou-se completamente em apresentadora de entretenimento. Com um domínio que impressiona, em pouco tempo ela foi deixando de lado o ar sério com que nos acostumamos no Jornal Nacional e assumiu uma postura de apresentadora. Mais do que apresentar um show, Fátima imprime ao seu programa um tom caseiro, quase coloquial, que vem fazendo toda a diferença. Achar o tom da apresentação era passo fundamental para o sucesso, e ela conseguiu isso rapidamente.

A mudança do enfoque aos temas, porém, foi a grande tacada da produção. O que se viu nos primeiros dias foram temas abordados de forma séria, quase carrancuda e técnica. Esse estilo foi completamente abandonado e transformou-se numa deliciosa discussão, quase uma roda de bar. Fátima passou a utilizar-se mais do casting da Rede Globo e envolve celebridades nas discussões temáticas que eles quase sempre não dominam, porém, como todo brasileiro querem opinar.

Aliás, a ideia de espalhar os convidados por todo o cenário, misturando-os à plateia foi um grande acerto .Dá muito mais dinâmica aos debates e permite ao telespectador uma visão mais aprofundada do cenário, além de permitir com que Fátima transite melhor ao longo do programa. O tom escuro ainda incomoda um pouco, mas com tantos acertos, ele se torna um mero detalhe.

Mesmo sem conseguir a liderança com folga - o programa disputa cada décimo com o SBT - o Encontro melhorou sensivelmente e é muito provável que, com o fim das férias escolares, as crianças deixem de dominar o controle remoto e, a partir daí, o programa tenha um resultado melhor nos números de audiência. Afinal, ele já é, de longe, a melhor opção para o horário. E Fátima Bernardes, com um mês de show, mostra-se feliz e realizada, ou seja, acertou na opção.

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